O sedentarismo ainda é um mal que acomete grande parte da população mundial. A comunidade científica mundial e as organizações de saúde se mobilizam, cada vez mais, para minimizar os males causados por essa condição. Nesse sentido a palestra proferida na abertura do 14º Congresso Carioca de Educação Física, intitulada “Prevalência de inatividade física e as novas diretrizes do ACSM” deu a oportunidade dos presentes conhecerem, em primeira mão, o que o American College of Sports Medicine ainda vai divulgar sobre a prescrição e a prática de atividades físicas neste ano de 2019.

A palestra, proferida pela professora Drª. Eliane Gonçalves, foi repleta de dados sobre o sedentarismo!

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Apesar da expectativa de vida mundial vir aumentando ao longo dos anos, o estilo de vida sedentário se contrapõe aos avanços tecnológicos que trazem melhorias no tratamento de doenças.

Quanto custa o sedentarismo?

Apesar de tudo o que tem sido feito para se combater os tipos de doenças, o sedentarismo – traduzido pela falta de atividade física – é o quarto principal fator de risco de morte no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

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Os custos financeiros do sedentarismo, que leva ao acometimento dos mais diversos tipos de doenças, como a hipertensão, o diabetes e a obesidade, também são altos: para cada R$ 1,00 gasto com prevenção de doenças, R$ 3,00 são gastos com o tratamento delas. Em outras palavras, é muito mais barato prevenir doenças do que cuidar delas!

As novas diretrizes do ACSM e o GAPPA

Além dos benefícios da prática de atividades físicas, o sono também é questão fundamental para a manutenção da saúde, sendo necessário um mínimo de 8 horas para ter uma vida mais saudável, segundo o Colégio Americano de Medicina Esportiva.

Assim, as novas diretrizes do ACSM preconizam a diminuição do tempo praticando atividades “sedentárias”, como assistir à TV, ficar no computador ou celular, dentre outras. Além disso, decidiu-se que se deve aumentar a frequência do treinamento de força, flexibilidade e aeróbio.

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Outras duas principais deliberações foram a prática de exercícios física para crianças a partir dos 3 anos de idade e o desenvolvimento de estratégias para a promoção de saúde.

Nesse sentido, a ACAD, Associação Brasileira de Academias, vem liderando o GAPPA – Plano de Ação Global para a Atividade Física 2018-2030, lançado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e que foi tema da intervenção do diretor da ACAD Marcelo Ferreira durante a abertura do 14º CCEF. “Let’s be active” é o tema da campanha!

Vamos ser mais ativos?

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